Crítica: Very Good Girls

Duração: 2 horas
Direção: Naomi Foner Gyllenhaal
Gênero: Romance/Drama
Idioma original: Inglês
Sinopse: Duas amigas fazem um pacto de perderem a virgindade juntas durante o primeiro verão após saírem da escola. No entanto, elas se apaixonam pelo mesmo menino, um artista de rua, e pela primeira vez a amizade das duas é posta em risco.

O drama traz um cenário típico adolescente: as duas melhores amigas se apaixonam pelo mesmo cara, que abala a amizade entre elas (mas essa história se passa no verão, então sem escola).
O problema é que David gosta de Lilly, que não tem coragem de contar a verdade para Gerry, que se ilude cada vez mais – claro que David também não ajuda, já que ele também não abre o jogo com ela. 
Além do romance escondido entre Lilly e David e o amor não correspondido de Gerry, o filme também mistura os problemas familiares de cada uma, acrescentando mais drama à produção.
Elizabeth Olsen é o ponto brilhante do filme, com a personagem de personalidade ousada e “borbulhante”. A atriz vem mostrando cada vez mais que é ela a estrela da família, não suas irmãs mais velhas (olá, gêmeas Olsen!). 
Very Good Girls aborda temas como romance, amizade e dramas familiares e ainda consegue se manter um filme leve. Talvez você queira assisti-lo com a sua melhor amiga e renovar o pacto hoes over bros. 😛

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