Crítica: Sex Tape – Perdido na Nuvem

Título original: Sex Tape
Duração: 1 hora e 35 minutos
Direção: Jake Kasdan
Gênero: Comédia
Idioma: Inglês americano
Sinopse: Um casal (Cameron Diaz e Jason Segel) vive um longo relacionamento que começa a esfriar. Para tentar esquentar as coisas, eles decidem se gravar fazendo sexo. Para desespero da dupla, a fita de sexo desaparece e eles se veem em uma série de confusões na procura pelo constrangedor objeto.

Interpretando um casal fofíssimo novamente (olá, Professora Sem Classe), Cameron Diaz e Jason Segel são um casal que vive aquele período do casamento em que tudo gira em função do trabalho e das crianças, sem tempo nenhum para apenas os dois.
É assim que, tentando reacender essa chama da juventude, Annie tem a “brilhante” ideia de fazer uma sex tape. E não uma sex tape comum – mas tentando encenar todas as posições de um livro gigante (e meio maluco, vamos combinar).
O problema é quando Annie pede para Jay apagar o tal vídeo e ele esquece. E porque ele demorou muito para apagar, um aplicativo salvou o vídeo na “nuvem”, que, pelo o que eu entendi (Apple não me representa hahaha – brincadeira gente) é tipo um lugar em que os arquivos são compartilhados em todos os aparelhos da Apple daquela conta ou daquela pessoa. Só que Jay costumava ter zilhões de iPads que ele distribuiu por aí quando ganhava outro. Resultado: a sex tape estava “perdida na nuvem” (há, sacou?) e disponível para todos que tivessem ganhado um iPad de Jay e Annie.
O desenrolar do filme, portanto, é a super aventura do casal tentando recuperar os aparelhos e evitar que seus conhecidos assistam ao vídeo, tudo do jeito mais engraçado possível – principalmente quando se trata do lindo-e-fofo Jason Segel (meu eterno Marshall <3).
Aliás, o filme todo é bem engraçado, mas eles fizeram bem e deixaram o melhor para o final. Aguardem e preparem-se para câimbras nas bochechas.

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Crítica: Mulheres ao ataque

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Título original: The other woman
Duração: 1 hora e 49 minutos
Direção: Nick Cassavetes
Gênero: Comédia
Idioma original: Inglês americano
Sinopse: Quando Carly (Cameron Diaz) descobre que seu namorado, Mark (Nikolaj Coster-Waldau), é casado com outra mulher, Kate (Leslie Mann), as duas se unem contra ele em nome da vingança. Uma estranha amizade começa a nascer entre elas, mas a situação fica ainda pior quando elas descobrem que uma terceira mulher está envolvida, a jovem Amber (Kate Upton). Logo, a terceira pretendente se une ao grupo, para dar uma lição no marido infiel.

 

Carly parece levar a vida perfeita: é uma advogada bem sucedida e agora também tem um namorado perfeito, finalmente. Se não fosse por uma coisa: ele é casado e ela descobre por acidente.
Desesperada, Kate, a esposa, começa a ir atrás de Carly e daí nasce uma amizade surpreendente. E essa amizade cresce ainda mais quando, procurando vingança, elas descobrem que existe mais uma amante: Amber, jovem, com um corpo escultural e totalmente ingênua. 
Juntas, as três preparam uma vingança típica desses filmes de comédia femininos, com direito a creme de depilação no lugar do xampu e hormônios femininos misturados no suco do canalha. 
Apesar do fundo de vingança, para mim o foco é a amizade imprevisível entre Kate, a esposa solitária e que vive em função do marido, e Carly, a mulher bem sucedida que não conseguia parar um cara só – Amber, a terceira amante, é engraçadinha e completa o trio previsível (a esposa, a mulher um pouco mais nova e outra mais nova ainda), mas seu papel ali é esse, cobrir um “buraco” e aumentar o nível de canalhice de Mark.
As protagonistas fazem um ótimo trabalho e, mesmo o filme sendo engraçado o suficiente para fazer valer a pena, se eu tivesse que citar apenas uma coisa (ou uma pessoa) para convencê-lo a assistir Mulheres ao Ataque seria Leslie Mann, que está simplesmente brilhante como Kate. 
O final “levemente” exagerado é engraçado a comédia completa o ciclo mostrando o que acontece com as protagonistas depois do plano maléfico ter terminado.