Crítica: Wish I was here

Duração: 1 hora e 47 minutos
Direção: Zach Braff
Gênero: Comédia/Drama
Idioma original: Inglês americano
Sinopse: Aidan Bloom (Zach Braff) é um ator, pai e marido, que com 35 anos ainda sonha em encontrar sua identidade ou um propósito para sua vida. Aindan e a esposa sofrem financeiramente e a relação não melhora com o fato de que o sujeito passa boa parte do tempo sonhando em ser um grande e futurístico guerreiro espacial, um sonho seu desde pequeno.

Aidan é um ator, e sua carreira vai de mal a pior. Sofrendo com problemas financeiros, tudo parece desmoronar ao seu redor – seus filhos vão precisar estudar em casa (e ele terá que ensinar) e seu exigente pai está doente.
Cansado dessa vida, ele decide pegar seus dois filhos e o jarro de dinheiro dos xingamentos para uma “aula de campo” que vai abrir suas mente e mudar suas vidas.
É um filme bem bonitinho, desses tipo “Sessão da Tarde” que até dá vontade de sentar e assistir. Apesar de já ter um tempo que eu assisti o filme, lembro que gostei, mas achei que houve um desperdício de bons atores, como as pequenas aparições do Jim Parsons (Sheldon <3) e da Ashley Greene (Alice <3).
Em compensação, adorei a performance da Joey King, que interpreta uma menina que, apesar de tão nova, leva extremamente a sério a religião judaica.

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